Com um pouco de atraso saiu a versão em Português do livro de Deborah Curtis.
Tocando a distância
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Eu tenho até hoje, com as páginas amareladas e soltando, a minha edição vinda de Portugal com o título "Carícias Distantes". Em termos de revisão, ela é pavorosa. Fico na torcida para que essa versão brasileira tenha mais capricho. O prefácio dela é do Kid Vinil e tem duas versões: capa dura e brochura.
Denial_1963 wrote: O Lançamento segundo a livraria da travessa é para Agosto.
Engano seu e da Livraria da Travessa. Foi lançado na sexta, dia 30/05. Inclusive já pode ser adquirido pelo próprio site da editora, a Edições Ideal, especializada em rock e cultura pop.
O jornalista que fez a tradução do livro é um amigo meu e muito competente também. É possível ler as primeiras páginas do livro aqui: http://issuu.com/edicoesideal/docs/ian_curtis-joy_division-tocando_a_d
A edição nacional tem prefácio do Kid Vinil. Notei algumas, digamos, inconsistências:
O Joy Division nunca fez um show em um lugar chamado The Venue. Mesmo que o Kid Vinil tenha apenas se enganado com o nome do lugar do show, em janeiro de 1980 o Joy Division nem estava na Inglaterra, pois estava fazendo uma excursão pela Europa continental.
A descrição do show que ele supostamente viu também não faz sentido, já que ele disse que o repertório era composto basicamente por músicas do "Unknown Pleasures", mas nessa época eles já tocavam ao vivo várias músicas que futuramente seriam gravadas nas sessões do "Closer".
O Joy Division nunca foi capa da Sounds, muito menos com uma foto do Anton Corbijn, já que ele fazia fotos para a NME.
O Kid Vinil disse que ficou sabendo do suicídio do Ian Curtis em 18 de maio (o próprio dia da morte). Impossível, a menos que ele fosse alguém da família ou do círculo de amizades do falecido. O primeiro a anunciar publicamente a morte do Ian Curtis foi o John Peel no programa de rádio dele, em 19 de maio.
Ricardo wrote: O jornalista que fez a tradução do livro é um amigo meu e muito competente também. É possível ler as primeiras páginas do livro aqui: http://issuu.com/edicoesideal/docs/ian_curtis-joy_division-tocando_a_d
A edição nacional tem prefácio do Kid Vinil. Notei algumas, digamos, inconsistências:
O Joy Division nunca fez um show em um lugar chamado The Venue. Mesmo que o Kid Vinil tenha apenas se enganado com o nome do lugar do show, em janeiro de 1980 o Joy Division nem estava na Inglaterra, pois estava fazendo uma excursão pela Europa continental.
A descrição do show que ele supostamente viu também não faz sentido, já que ele disse que o repertório era composto basicamente por músicas do "Unknown Pleasures", mas nessa época eles já tocavam ao vivo várias músicas que futuramente seriam gravadas nas sessões do "Closer".
O Joy Division nunca foi capa da Sounds, muito menos com uma foto do Anton Corbijn, já que ele fazia fotos para a NME.
O Kid Vinil disse que ficou sabendo do suicídio do Ian Curtis em 18 de maio (o próprio dia da morte). Impossível, a menos que ele fosse alguém da família ou do círculo de amizades do falecido. O primeiro a anunciar publicamente a morte do Ian Curtis foi o John Peel no programa de rádio dele, em 19 de maio.
Hehe, quanta gentileza com o Kid Vinil, Ricardo... Inconsistências? O cara é um Pinóquio! Hahahahaha...
Aracri wrote: Hehe, quanta gentileza com o Kid Vinil, Ricardo... Inconsistências? O cara é um Pinóquio! Hahahahaha...
E o papinho de que ele encontrou com o David J do Bauhaus em uma loja de discos, que recomendou comprar o "Unknown Pleasures" e ver um show do Joy Division, dá para acreditar? O Kid Vinil se revelou o maior cascateiro depois desse prefácio.
Entrevista com Deborah Curtis http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,viuva-de-ian-curtis-narra-sua-saga-de-tormentos,1506989
Aracri wrote:
Denial_1963 wrote: O Lançamento segundo a livraria da travessa é para Agosto.
Engano seu e da Livraria da Travessa. Foi lançado na sexta, dia 30/05. Inclusive já pode ser adquirido pelo próprio site da editora, a Edições Ideal, especializada em rock e cultura pop.
Há tantos livros de Ian, todos nós conhecemos a história de agora não é?