Saíram coisas em "O Dia" e no blog do "Rio Fanzine" (do "Globo On Line"). Detalhe: Tom Leão escrevendo informações erradas, como de costume...
O Dia: http://http://odia.terra.com.br/cultura/htm/geral_68073.asp
ROCK NO TÚNEL DO TEMPO
New Order se apresenta na cidade depois de 18 anos, mas problemas técnicos no som comprometem o espetáculo
Kamille ViolaRio - Dezoito anos depois, o New Order voltou a se apresentar no Rio, quinta-feira, no Vivo Rio. Da formação original estavam lá Bernard Sumner (vocal e guitarra), Peter Hook (baixo) e Stephen Morris (bateria), só faltando a tecladista Gillian Gilbert (casada com Morris), substituída pelo guitarrista/tecladista Phil Cunningham.Às 22h30, a banda subiu ao palco e mandou logo dois hits: ‘Crystal’ e ‘Regret’, um dos pontos altos da noite em animação. Como eles haviam prometido, músicas do Joy Division (banda de onde surgiu o New Order, após o suicídio do vocalista, Ian Curtis) estavam no set list, e ‘These Days’ foi a primeira, seguida por ‘Transmission’.O público desanimou um pouco com as músicas do último CD, ‘Krafty’ e ‘Waiting for the Sirens Call’. Mas em seguida veio ‘Your Silent Face’, e um bloco com alguns dos maiores hits da banda: ‘True Faith’, ‘Bizarre Love Triangle’ e ‘Perfect Kiss’. ‘Bizarre Love Triangle’ soou pior que em disco (e Bernard Sumner ainda entrou errado), mas de resto o set foi impecável.O show teria sido melhor não fosse um detalhe: o som do Vivo Rio estava baixo e embolado, mal se entendiam os instrumentos e o vocal. Além do mais, a casa não está pronta: a entrada está empoeirada, há um vão ao lado da escada, entre outros problemas do gênero.Mas a banda, também insatisfeita com o som (Sumner reclamou várias vezes), fez o máximo que pôde para recompensar os fãs. O vocalista, simpático, não parava de falar com o público. Peter Hook, baixista (que recentemente esteve no Brasil para se apresentar como DJ), estava com a camisa da Seleção Brasileira.