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Por onde anda o Luis?

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Alguém aí tem alguma informação sobre o Luis Sobrinho, que era frequentador ativo dos forums do NewOrderOnline? Ele costumava rechear suas mensagens com algumas palavras gentis como "The sound is almost shit. Guitar sound is pure shit. There are two fucking good songs missing, the crowd does not give to much shit to the concert" (sobre o video "Pumped Full Of Drugs") e "Kaiser Music Festival (Kaiser is a beer) that will be released in Brazil just don't fucking mention NO in their fucking site. Names like the anoying UB40, the fucking Roger Waters, Stone fucking Temple Pilots, Cunt Pearl Jam are the fucking names to play in it" (este nem preciso comentar).

A última mensagem que ele mandou foi na época do show no Finsbury Park. Será que ele fez juz à inscrição de sua camiseta (Here To Stay) e ficou por lá mesmo? :laugh:

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Realmente o sujeito sumiu. Gostaria de saber se o sujeito esta vivo ou esta em londres ?

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Bom, entrei em contato com o Luis por e-mail e ele prometeu voltar ao forum em breve. Vejam o que ele escreveu: Após o show do New Order, tenho trabalhado muito e também estou envovido nas eleições. Assim, sobra muito pouco tempo para participar do nosso fórum. Devo ter umas duzentas mensagens não lidas na minha caixa. Após as eleições,voltarei com carga total.

Vamos aguardar.

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Senhores, obrigado pela lembrança. Fiquei muito tempo fora e ainda estou recuperando meu tempo para escrever. Dei muitas risadas ao ler suas mensagens Ricardo. Sempre fui meio indignado, não é? Voltarei aos poucos, uma vez que, continuo trabalhando muito. No momento, mal posso esperar pelos novos CDs e novo DVD (E lá vai o dinheiro!). Teremos que comprar uma caixa de 4 CDs, supostamente para fãs, com 2 deles apenas com músicas que já temos. Algumas delas, em mais de um CD. Mas a vida de fã é assim mesmo, ou não? Compramos o supérfulo para ter o essencial. Abraços.

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É Luis, você pode ser meio "estressado" mas tem senso crítico.

Também fiquei muito decepcionado com o box. Pensei que teríamos uma boa quantidade de faixas que nunca haviam sido editadas em CD, gravações raras, demos, músicas inéditas, etc. Que nada, recebemos um box onde temos 2 discos de coisas manjadas, 1 disco de remixes (quem pediu remixes?) e 1 ao vivo que parece ser o melhorzinho.

Mas não tem jeito mesmo, a gente reclama mas acaba comprando.

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O cara continua o mesmo viado de sempre. Deve ter ficado tanto tempo sem se comunicar com vocês de tanta vergonha, pelo simples fato de eu ter assistido um show do New Order antes dele (Le Zénith, Paris, 26/06/2002), no maior conforto, uma baita sala de espetáculos com livre circulação entre pista e cadeira, na porta do metrô, cujo som estava tão bom que funcionaram bem - pasmem! - a bateria eletrônica que o Peter Hook soca em Blue Monday e a gaitinha Hering que o Barney até hoje tenta tocar em Your Silent Face. O vacilão só conseguiu folga em tempo de assistir, duas semanas depois, o show do Finsbury Park (que foi meu segundo show), a céu aberto, num parque gramado, à tarde, em Londres, o que poderia dar? Chuva e lama, é claro, além do frio. O cara tá put* até hoje e é lembrado disso a toda hora. VACILÃO!

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Esqueci de contar outra vacilada do nosso amigo Luis na Europa. Encontramos (eu e minha namorada) o Luis e o Rico em Londres, no domingo 06/06, conforme combinado, para assistirmos todos juntos o show no Finsbury Park. Sugeri a eles que, na segunda, fôssemos a Manchester/Macclesfield, que aceitaram prontamente. Avisei, então, que ligaria logo cedo para o apto. onde eles filavam a estadia, pois eu me incumbi de pesquisar os preços das passagens. Eu e minha namorada, pessoas decentes, estávamos pagando 30 pounds por noite num puleiro Bed&Breakfast perto da Victoria Station, enquanto os dois caras-de-pau já estavam abancados há uma semana num baita flat de um camarada deles (brasileiro, vejam só!) perto da Baker St. Disseram que não caberia mais dois, mas quando lá nos encontramos no domingo antes do show, pensei: se esse apê fosse na Praia Grande, a 5km da praia e se fosse Carnaval, nessa hora eu estaria vendo uns 15 colchões no chão e umas 30 pessoas espalhadas por tudo que é canto. Mas, fazer o quê, né? Enfim, na manhã da segunda, liguei e ninguém atendeu. Deixei recado, dizendo que o mais barato era o National Express das 13h e que nós iríamos comprar 2 bilhetes. Lá pelas 11h, liguei de novo e... nada. Pouco antes das 13h, já conformado que não iríamos junto, liguei e, recado de novo, pedi que eles fossem também, que não perdessem a oportunidade, pois encontrarmos por lá iria ser meio difícil, já que ninguém estava com celular. Assim, eu e minha namorada fomos a Manchester, conhecemos os "pontos turísticos" relacionados à "família New Order" e, melhor, fomos a Macclesfield e finalmente pude ver a pedra memorial do Ian Curtis no Crematório/Cemitério Municipal. Tirei várias fotos do local e, assim que possível, colocarei neste site para vossa apreciação. Foi fantástico, pois pude reverter a frustração de outra viagem que fiz em 1999. Eu estava acompanhado da minha mãe e estávamos hospedados em York (cerca de 150km a leste de Manchester). Sugeri a ela que, por um dia, fôssemos visitar Manchester, uma "cidade histórica da revolução industrial, com uma bela catedral gótica, um paço municipal dos mais bonitos da GBR, etc., etc...". Depois do almoço, larguei-a na Piccadily Sq e peguei o trem para Macclesfield. Cheguei no crematório às 16h30 (o escritório de informações já estava fechado), com o céu de inverno já cinza-chumbo, quase "noite". Na pressa, não consegui encontrar a tal pedra, pois está no meio de mais umas mil, sem qualquer ordenação lógica. Havia prometido a minha mãe voltar p/ Manchester por volta das 18h. Já eram quase 17h30 quando dei as buscas por encerradas e disparei rumo à estação (cerca de 6km) para pegar o trem das 17h45. Cheguei lá, vi que essa linha não funcionava naquele dia, o próximo seria das 18h15. Eu já está mais do que injuriado. Quando o trem chegou, estava lotado dos mais simpáticos hoolinghans que rumavam para o Old Trafford assistir o jogo do Manchester United contra o Liverpool (clássico regional). Depois desse sufoco (que não é tanto para quem costumava pegar o Jd. Irene lotado de corintianos até o Morumbi), o pior estava por vir: 19h, noite fechada, cerca de 5ºC, todas as lojas da Piccadily Sq fechadas e minha mãe, tremendo de frio na calçada, propiciou uma das cenas mais grotescas que um inglês poderia assistir: dois latinos-portugueses-que-mais-parecem-italianos brigando em, puro português gritado, em pleno coração da Ilha da Grã-Bretanha. Lamentável, mas, 3 anos depois, consegui finalizar essa tarefa. E o vacilão do Luis, agora que o Lula é nosso líder, quero ver quando poderá fazer isso de novo. Abraço a todos.

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