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Technique

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Originally posted by Mauricio Laranjeira > Originally posted by NO74> > > > Originally posted by Barton Street 77> CarlosSeu portuñol evoluiu bastante cara :eek3:É quase um espanhês :evil4:

  • " Nadie me comprende ":cry::cry::D

Não chore, Carlos !! Depois de ler seu post umas 08 vezes eu entendi quase tudo...

E como está a preparação do meu CD ??? :D

  • Putz..., algún día voi pegar volta por Recife e....:evil4: van a ver :evil4:
  • Tenhio as músicas listas , só falta grabarlas em o Cd ( Em casa do Alejo , supongo , tenhio que falar com ele a ver como facemos... )e llevar os 2 Cd pra lá !!!
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Originally posted by Saville Associate Realmente, Fine Time não chega a ser nada inovadora... mas após 1987 a banda não precisou mais inovar. New Order já havia mostrado a que veio na época.Como de costume, Fine Time serviu mais uma vez para que eles ajudassem a popularizar um gênero, usando e abusando de toda a sua influência. O que não é nenhum demérito.

Não devemos taxar a música de antiga, ela é mais uma do NO que virou clássico, assim como várias outras,e clássicos não podem ser taxados nem rotulados....

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Originally posted by NO74 > Originally posted by Mauricio Laranjeira> > > > Originally posted by NO74> > > > > > > Originally posted by Barton Street 77> > > CarlosSeu portuñol evoluiu bastante cara :eek3:É quase um espanhês :evil4:

  • " Nadie me comprende ":cry::cry::D

Não chore, Carlos !! Depois de ler seu post umas 08 vezes eu entendi quase tudo...

E como está a preparação do meu CD ??? :D

  • Putz..., algún día voi pegar volta por Recife e....:evil4: van a ver :evil4:
  • Tenhio as músicas listas , só falta grabarlas em o Cd ( Em casa do Alejo , supongo , tenhio que falar com ele a ver como facemos... )e llevar os 2 Cd pra lá !!!

Venha, Carlos !! Cerveza, playa, mujeres...

Depois te mando meu endereço por mail, para o envio do CD :thumb:

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Originally posted by One Brain Concordo com o nosso bom colega Spider, "Fine Time" está mais para acid-house do que para qualquer outra coisa. Em 88 a house havia atingido o seu pico e o New Order foi justificadamente acusado de "pegar carona" nesta moda, isto já naquela época. Rapidinho, rapidinho a música ficou datada... Ou seja, "Fine Time" apontava mais para o passado do que para o futuro.Mas sou obrigado a admitir que também gosto de "Fine Time"...

Ainda que "Fine Time" não possa ser unanimemente aclamado como vanguardista, na época tinha uma grande característica de (autêntica) modernidade (eu mesmo diria vanguardismo), se comparado com outros artistas da época e, principalmente, se comparado às outras músicas do Technique. Tá certo que Low-Life e Brotherhood têm mais faixas notoriamente vanguardistas do que Technique, mas daí a dizer que "Fine Time" apontava para o passado é exagero! Na época, o famoso verão de 1988 que deu origem à housemusic e, meses depois, à acid-house, teve como ponto de partida "oficial" a tal "Pump Up The Volume", do M/A/R/R/S, que nem de longe se parece com a música tecno-dance-eletrônica (qual seja o nome) de qualidade produzida anos depois, na década de noventa. Sim, eu vejo claramente uma proliferação do estilo "Fine Time" nas bandas/DJs/produtores dos 90 e não do estilo "Pump Up The Volume" ou mesmo de outro ícone da época, o Technotronic. Para mim, dá pra traçar a seguinte árvore genealógica: o tio-avô da nova música tecno-dance-eletrônica é o álbum Electric Cafe, do Kraftwerk. O avô é "Blue Monday". O pai é "Fine Time", enquanto os tios são o álbum The Mix, do mesmo Kraftwerk e o single de "Enjoy The Silence". Vejam bem, não estou falando de obscuridades, apenas dos nomes mainstream. Por isso, não consigo conceber a idéia do fato de "Fine Time", em pleno 1988, estar copiando algo ou alguém. E digo mais: David Bowie (eu gosto do som dele) é endeusado como o Camaleão do Rock, mas, tirando a tríade Low-Heroes-Lodger, o cara não fez mais do que ir no embalo do som produzido na época, de preferência um estilo já consagrada há pelo menos uns dois anos. Aliás, mesmo ouvindo bem essa tríade, o que tem de batidinhas "disco" não é brincadeira!

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Bons apontamentos, Renato. Concordo com quase tudo com o que colocou. Apenas algumas sugestões: no lugar do álbum Electric Cafe, que foi lançado em 1986, eu citaria o Man Machine (1978) ou o Trans-Europe Express (1977), uma vez que Blue Monday, estando na "segunda geração" desta genealogia, completou 20 anos de lançamento em janeiro deste ano, sendo considerada, inclusive pelos "anciões" da house music de Detroit e Chicago, como sendo o bate-estaca original.

A própria "batidona" de Blue Monday também traz consigo a influência das "batidinhas" disco, além da óbvia chupação/homenagem ao Kraftwerk, naquele acorde de sintetizador inesquecível. O impacto é perceptível no trabalho de grandes nomes do house, como Marshall Jefferson, como podemos conferir na trilha sonora do 24 Hour Party People, e muitos outros.

Acho que a importância de grupos como o Depeche Mode para o cenário tecno/dance vem de antes de Enjoy The Silence, que significou o ápice da carreira deles. Não sei por que, mas as pessoas (e a própria banda) parecem ter esquecido da relevância de singles como Strangelove (1987) na disseminação de estilos como house e o próprio freestyle. Enjoy The Silence foi lançado em 1990, quando tudo já estava estabelecido.

A partir dali, a coisa explodiu de vez e surgiram os inúmeros "sub-estilos", como conhecemos hoje: acid, techno-house, garage, as centenas de vertentes de trance, trip-hop e jungle (drum'n'bass), dentre outros.

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Muito bem, Vítor, o raciocínio é mais ou menos por aí. :thumb:

Pra resumir a importância (ainda atual) das batidas e efeitos de "Fine Time", basta mostrarmo-na a um DJ e perguntá-lo:

Você a tocaria numa noite de "flash house" ou numa noite comum, de tecno bate-estaca?

Sou capaz de apostar todas as minhas fichas que não seria na noite flash-house... e que o cara iria falar: "Essa eu vou soltar certamente quando a pista estiver vazia!"

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:confused:

Acho que aí complicou. Veja bem, eu cresci ouvindo Fine Time, Pacific State, Pump Up The Volume e tantas outras... e isso já faz tempo. :D Com a evolução dos estilos nos últimos treze ou quatroze anos, as coisas se banalizaram muito. Não acho que o tal DJ sequer vá ter o 12" de Fine Time em mãos, a menos que seja uma festa retrô.

MUITO retrô. :(

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Originally posted by Mauricio Laranjeira > Originally posted by NO74> > > > Originally posted by Mauricio Laranjeira> > > > > > > Originally posted by NO74> > > > > > > > > > Originally posted by Barton Street 77> > > > > > CarlosSeu portuñol evoluiu bastante cara :eek3:É quase um espanhês :evil4:

  • " Nadie me comprende ":cry::cry::D

Não chore, Carlos !! Depois de ler seu post umas 08 vezes eu entendi quase tudo...

E como está a preparação do meu CD ??? :D

  • Putz..., algún día voi pegar volta por Recife e....:evil4: van a ver :evil4:
  • Tenhio as músicas listas , só falta grabarlas em o Cd ( Em casa do Alejo , supongo , tenhio que falar com ele a ver como facemos... )e llevar os 2 Cd pra lá !!!

Venha, Carlos !! Cerveza, playa, mujeres...

Depois te mando meu endereço por mail, para o envio do CD :thumb:

  • Eu me encontro com Ricardo e trocamos os Cds em Sampa , cerveza por meio Ne !!!:wink::wink::wink:
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Originally posted by Saville Associate :confused:Acho que aí complicou. Veja bem, eu cresci ouvindo Fine Time, Pacific State, Pump Up The Volume e tantas outras... e isso já faz tempo. :D Com a evolução dos estilos nos últimos treze ou quatroze anos, as coisas se banalizaram muito. Não acho que o tal DJ sequer vá ter o 12" de Fine Time em mãos, a menos que seja uma festa retrô.MUITO retrô. :(

Então é melhor selecionarmos o DJ, não podemos falar pra ele que é New Order, nem que é de 88. Senão, concordo com vc: ele vai mesmo é colocar junto com Pajama Party e Information Society (a propósito, "Running" nem é tão ruim). Quando eu imaginei o fato dele colocar numa festa normal, de tecno bate-estaca, eu presumia que fosse analisado APENAS os fatores musicais: batidas progressivas, efeitos desmiolados, vocais non-sense, baixo forte marcando a melodia, enfim, tudo que está em "Fine Time" e ainda está nas melhores dance-trax produzidas hoje em dia. Sacou?;)

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Saquei. Mas infelizmente sou obrigado a convir que o conceito de "tecno", e mesmo de "dance" mudou RADICALMENTE de lá pra cá. Mesmo considerando a hipótese de o DJ não conhecer o New Order, eu acho que seria difícil convencê-lo a incluí-la no set. Pelo menos nas condições normais de temperatura e pressão.

Perceba: Round & Round, Bizarre Love Triangle ou Blue Monday podem até tocar, desfrutando da sua condição de clássicos (e R&R nem tanto assim). Mas o resto, fica complicado. Os jovens de hoje não são como nós, e procuram coisas diferentes. O que não é assim tão ruim.

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Originally posted by Saville Associate Os jovens de hoje não são como nós, e procuram coisas diferentes. O que não é assim tão ruim.

Cara, graças a deus eu vivi no auge dos anos 80.Se eu fosse dessa geração a gurizada ia me chamar de retrógrado. :D

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Originally posted by Renato Pinto > Originally posted by Mauricio Laranjeira> > > > Originally posted by Saville Associate> > Pelo menos eles não correm o risco de se tornarem como o Primal Scream.> > > > Eu até simpatizo com o som deles, mas rock e política... bem, é complicado. Eu não concordo.>

também não concordo, acho que cada coisa tem seu lugar, senão, acaba virando um U2, que em cada novo disco defende uma causa e vive se metendo em política...

Deixem a política para os políticos, não sujem a música com essa ladroagem...afinal, eles sempre ficam ricos e nós não..:nonono:

Concordo em gênero, número e grau. Não vejo com bons olhos os artistas que dizem ter "necessidade de passar uma mensagem à sociedade, nas letras". Causas sociais ou socialóides (na maioria dos casos) são pura promoção. Ideológicamente, músicos deveriam ter compromisso somente com a música, óbvio. Assim como os desenhistas com o desenho, os poetas com os versos e prosas, os escultores com a escultura e os artistas plásticos, bem... esses deveriam tentar achar petróleo para desonerar sua produção. Mensagens pessoais ou impessoais nas letras, como o JD, o próprio NO e outras tantas menos "pedintes", são verdadeiramente (boas) exceções ao raciocínio acima. Dessa forma, por que bandas não produzem mais letras tipo "musique non stop technopop" ou "you're much too young"?

Amigo Renato, sem querer polemizar, a música é uma forma de expressão humana tanto quanto a pintura, a literatura, etc. Assim, pode expressar pensamentos políticos também. Lembre que na época da ditadura a música foi fundamental no Brasil como forma de expressão. Nossa geração talvez não se dê conta desse veículo como forma de militância, mas ela definitivamente é válida.

Quanto ao New Order, eles são melhores fazendo música para diversão com sons originais e melodias excelentes.

:thumb:

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Amigo Ricardo, acho que ultimamente eles têm é usado fitas pré-gravadas mesmo dos sequencers, como mostra a entrevista da Time Out na época do Finsbury. Já se foi o tempo em que a Gilliam fazia o sequencer de Temptation na raça.

:laugh:

Originally posted by One Brain > Originally posted by Saville Associate> > > > Originally posted by Barton Street 77> Ausência da Gillian,essas músicas exigem certo tempo para ensaiar e programar os sequencers.Phil não teve tempo suficiente para isso.

Boa idéia. Faz bastante sentido. Faz sentido, porém não é ninguém da banda que faz as programações, eles repassam esta tarefa para terceiros, como o Roger Lyons, que fez a maioria das programações da última turnê.

Eu também não sei o motivo deles não tocarem mais músicas do "Technique", deve ser porquê elas ficam uma droga ao vivo. Gostaria de um dia perguntar isto para eles. ;):laugh::laugh:

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O tópico é sobre o Techinique, então vou dizer o que acho que já disse em outras oportunidades e serei sucinto:

O Techinique é como uma picanha mal passada, saborosa e suculenta. É o auge do churrasco, cozida por fora, degradê à medida que se corta as fatias. Não existe nada melhor, mas a maioria das mulheres não gosta.

Ao ponto, seria o Republic, ainda se vê alguma vermelhidão é muito saboroso, só que passou um pouquinho.

:skeptic:

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Originally posted by Luis O tópico é sobre o Techinique, então vou dizer o que acho que já disse em outras oportunidades e serei sucinto:O Techinique é como uma picanha mal passada, saborosa e suculenta. É o auge do churrasco, cozida por fora, degradê à medida que se corta as fatias. Não existe nada melhor, mas a maioria das mulheres não gosta.Ao ponto, seria o Republic, ainda se vê alguma vermelhidão é muito saboroso, só que passou um pouquinho.:skeptic:

e a :beer::beer::beer::beer::beer::beer::beer::beer::beer: ????

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Originally posted by Luis O tópico é sobre o Techinique, então vou dizer o que acho que já disse em outras oportunidades e serei sucinto:O Techinique é como uma picanha mal passada, saborosa e suculenta. É o auge do churrasco, cozida por fora, degradê à medida que se corta as fatias. Não existe nada melhor, mas a maioria das mulheres não gosta.Ao ponto, seria o Republic, ainda se vê alguma vermelhidão é muito saboroso, só que passou um pouquinho.:skeptic:

:eek3:

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Originally posted by Luis O tópico é sobre o Techinique, então vou dizer o que acho que já disse em outras oportunidades e serei sucinto:O Techinique é como uma picanha mal passada, saborosa e suculenta. É o auge do churrasco, cozida por fora, degradê à medida que se corta as fatias. Não existe nada melhor, mas a maioria das mulheres não gosta.Ao ponto, seria o Republic, ainda se vê alguma vermelhidão é muito saboroso, só que passou um pouquinho.:skeptic:

Nesse seu raciocínio, o Low-Life e o Brotherhood são o boi ganhando prêmios na exposição e Joy Division é a "cobertura" do touro.

Por acaso estás inscrito no programa "Metáfora Zero" do governo Lula? :laugh::laugh::laugh::laugh:

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Não, estava apenas com fome e lembrei do quanto é bom uma picanha mal passada. Aí associei que a maioria dos fãs do NO é homem, etc. Bom, é isso aí.

:eek:

Originally posted by Renato Pinto > Originally posted by Luis> O tópico é sobre o Techinique, então vou dizer o que acho que já disse em outras oportunidades e serei sucinto:> > O Techinique é como uma picanha mal passada, saborosa e suculenta. É o auge do churrasco, cozida por fora, degradê à medida que se corta as fatias. Não existe nada melhor, mas a maioria das mulheres não gosta.> > Ao ponto, seria o Republic, ainda se vê alguma vermelhidão é muito saboroso, só que passou um pouquinho.> > :skeptic:

Nesse seu raciocínio, o Low-Life e o Brotherhood são o boi ganhando prêmios na exposição e Joy Division é a "cobertura" do touro.

Por acaso estás inscrito no programa "Metáfora Zero" do governo Lula? :laugh::laugh::laugh::laugh::eek::eek:

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Originally posted by Luis Não, estava apenas com fome e lembrei do quanto é bom uma picanha mal passada. Aí associei que a maioria dos fãs do NO é homem, etc. Bom, é isso aí.:eek:> Originally posted by Renato Pinto> > > > Originally posted by Luis> > O tópico é sobre o Techinique, então vou dizer o que acho que já disse em outras oportunidades e serei sucinto:> > > > O Techinique é como uma picanha mal passada, saborosa e suculenta. É o auge do churrasco, cozida por fora, degradê à medida que se corta as fatias. Não existe nada melhor, mas a maioria das mulheres não gosta.> > > > Ao ponto, seria o Republic, ainda se vê alguma vermelhidão é muito saboroso, só que passou um pouquinho.> > > > :skeptic:>

Nesse seu raciocínio, o Low-Life e o Brotherhood são o boi ganhando prêmios na exposição e Joy Division é a "cobertura" do touro.

Por acaso estás inscrito no programa "Metáfora Zero" do governo Lula? :laugh::laugh::laugh::laugh::eek::eek:

:laugh::laugh::laugh::laugh::laugh:

O quê tem a ver um churrasco com o fato de vc achar que a maioria dos fãs do NO é homem? Vem falando de picanha mal-passada, depois associa à uma suposta maioria masculina, sei não...

Toma tua linha, Luis... :kiss:

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Bom, essa é a parte que tem alguma coerência na minha "meta fora". Que é fato os homens gostarem mais de NO do que as mina, não há discussão. Da mesma forma, mulheres não gostam de carne mal passada. Ao contrário, tem que vir esturricando de dura. Mulher só participa de churrasco para estragar parte da carne (do nosso ponto de vista claro!).

Originally posted by Renato Pinto > Originally posted by Luis> Não, estava apenas com fome e lembrei do quanto é bom uma picanha mal passada. Aí associei que a maioria dos fãs do NO é homem, etc. Bom, é isso aí.> > :eek:> > > > > Originally posted by Renato Pinto> > > > > > > Originally posted by Luis> > > O tópico é sobre o Techinique, então vou dizer o que acho que já disse em outras oportunidades e serei sucinto:> > > > > > O Techinique é como uma picanha mal passada, saborosa e suculenta. É o auge do churrasco, cozida por fora, degradê à medida que se corta as fatias. Não existe nada melhor, mas a maioria das mulheres não gosta.> > > > > > Ao ponto, seria o Republic, ainda se vê alguma vermelhidão é muito saboroso, só que passou um pouquinho.> > > > > > :skeptic:> > >

Nesse seu raciocínio, o Low-Life e o Brotherhood são o boi ganhando prêmios na exposição e Joy Division é a "cobertura" do touro.

Por acaso estás inscrito no programa "Metáfora Zero" do governo Lula? :laugh::laugh::laugh::laugh::eek::eek:

:laugh::laugh::laugh::laugh::laugh:

O quê tem a ver um churrasco com o fato de vc achar que a maioria dos fãs do NO é homem? Vem falando de picanha mal-passada, depois associa à uma suposta maioria masculina, sei não...

Toma tua linha, Luis... :kiss::laugh::laugh::laugh:

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