Que boa notícia, Ricardo! Obrigado por fazer-nos saber disso, pois também sou um "vacilão"!
Aliás, aproveito para desculpar-me se não me fiz claro no texto que escrevi acima. Quanto ao título do filme, conheço a tal música (e acho uma das melhores dos H Mondays) há uns bons anos, desde que comprei o álbum Squirrel And G-Man... (cujo título é tão grande que parece enredo de escola de samba) e apenas fiz uma brincadeira com nosso costumeiro sistema de tradução de filmes, que nunca consegue manter a literalidade no processo. Parece que os produtores originais dão total liberdade artística às sucursais internacionais, que renomearão o filme para a língua do país. Afinal, será que expressões como "Blade Runner" ("O Caçador de Andróides"), "Rain Main", "Toy Story" (these one ain't got no translating, as our native language was english, and, behive, Toy Story is for children!!), "Trainspotting" ("Sem Limites"), "Great Balls Of Fire" ("A Fera do Rock"), "Pulp Fiction" ("Tempo de Violência"), "Nightmare On Elm Street" ("A Hora do Pesadelo"), "Fright Night" ("A Hora do Espanto") são tão idiomáticas assim que não poderia ter-se mantido um mínimo de literalidade na tradução? Sei que o teor dessa discussão é meramente opinativo, mas, desculpe-me, eu não gosto dessa desvalorização da língua. Não basta a linguagem de informática, que trouxe ao nosso dicionário uma penca de neologismos (para nós, é claro, pois para ingleses e americanos são palavras seculares: site, mail, post, download, buffer, cooler, inkjet, etc) que só existem pela preguiça dos brasileiros que os divulgaram pela primeira vez em ir ao dicionário (o meu Michaelis véio, de bolso, tá valendo) e pelo status cool (tá vendo, que praga!) que tem falar palavras em inglês no meio de uma frase em português. Ora bolas, vai tentar falar inglês com um francês e você vai ver o significado da palavra "monólogo". Abraço a todos.